Das Trevas à Luz – Separando “o joio do trigo”

Em consonância com as Profecias Maias, importantes astrólogos dizem que, em 21 de dezembro de 2012, entramos na chamada “Era de Aquários”, que marca o fim da “Era de Peixes”; cada Era durando 2.160 anos.

A Era de Peixes,que começou no ano 148 a. C. e terminou em 2012 d. C. (2.160 anos), é também conhecida como “Idade das Trevas”. Durante esse período, o indivíduo teve que evoluir e se desenvolver como ser humano, em termos físicos (materiais), mentais e emocionais. Isto fez com que ele se desconectasse de sua essência divina, de sua consciência superior, se apegando à vida material e ao mental racional, o que trouxe consequências tais como: conflitos pelo poder, através de guerras e destruições; turbulências emocionais, pensamentos negativos, sentimentos de medo, orgulho e raiva; acúmulo de vícios e apegos; poluição e destruição da natureza; comércio da educação e da saúde, com produção de medicamentos extremamente danosos ao nosso corpo e à nossa mente – tudo que provoca bloqueio em nosso corpo, causando-lhe  doenças graves de todo tipo.

A Era de Aquários,que começou em 21 de dezembro de 2012, é também chamada de “Era da Luz”, por representar um período de abertura e expansão da consciência, ou seja, um novo “campo de percepção”, para uma compreensão mais ampla e completa do Universo, muito além do mundo da forma, do conhecimento intelectual e dos conceitos estabelecidos. Essa transcendência conduz, também, à sabedoria, a compreensões mais amplas e mais completas de nós mesmos e do mundo ao nosso redor, ao desenvolvimento de capacidades superiores, que correspondem ao modo de funcionamento superior da nossa mente, cujos parâmetros possibilitam a Consciência (luz), a Verdade, a Integridade e o Amor mútuo e incondicional pela Vida.

Por isto, estamos vivendo um momento ímpar na história da humanidade deste planeta, no qual tudo o que está por terminar, por morrer, se manifesta de maneira exacerbada. E, neste caso, no que se refere ao ser humano, a luz (consciência) e as trevas (inconsciência) caminham lado a lado. Conscientes disto, cabe-nos vigiar nosso Agora, para não dar lugar às trevas em nossa vida, ao longo das nossas horas diurnas.  Assim, as nossas horas noturnas serão dedicadas a um sono reparador, capaz de proporcionar as informações que nossas células necessitam para funcionar de maneira saudável; e nossa mente receba a luz do conhecimento e da sabedoria, para curar-nos dos males deste mundo inconsciente e permaneça também saudável.

Conscientes deste período de “trevas e luz”, de inconsciência e consciência, de bem e mal, de negativo e positivo, podemos compreender melhor os significados da tão apregoada parábola “do joio e do trigo”. Segundo o Novo Dicionário Aurélio, da língua portuguesa, joio é 1) “Erva anual, da família das gramínias, que cresce caracteristicamente nas plantações de trigo, cespitosas, de folhas lineares e ásperas, flores mínimas associadas em espiguetas que formam espigas, a qual tem um princípio tóxico e chega a atingir 80 centímetros de altura... 2) Coisa daninha, ruim, que surge entre as boas coisas e as corrompe.” (Para melhor compreensão e lembrando que Jesus não estava se referindo literalmente ao “fim do mundo”, mas ao fim de uma Era, leia com atenção o texto de Mateus capítulo 13, versos 24 a 30 e 36 a 43).

Escolhemos estar aqui, nesse difícil período de transição, para aproveitarmos essa excepcional oportunidade de evolução, que reverberará por todo o Universo. Para tanto, temos que nos manter conscientes de nós mesmos no “aqui e agora” e, tanto quanto possível, nos afastar do que é danoso, negativo, tóxico e corrompido, mesmo que se trate de pessoas.

Assim, nossa experiência cósmica, neste pequeno e lindo planeta, será uma bela e maravilhosa experiência evolutiva, preparando-nos para “outras moradas” cósmicas.

Para tanto, cabe a nós descobrir como isto é possível, expandindo nossa consciência para além do mundo da forma e dos nossos conceitos e preconceitos.

Experimente deitar-se de costas na relva macia, à noite e, entregando-se totalmente à contemplação da beleza de um céu estrelado, abra-se à percepção do quanto a Terra é um ínfimo pontinho da Galáxia, onde é possível pressentir a infinitude do Universo.

Nessa contemplação, você pode, também, pressentir que o nosso querido e indispensável Sol, apesar de único, é um entre bilhões de outras estrelas de todo o Cosmos. Portanto, sejamos humildes: Nós não somos o centro de coisa alguma, menos ainda do Universo! Em relação ao outro, não somos nem melhores nem piores na nossa imperfeição. Estamos aqui de passagem e em aprendizagem.

 Brasília, dezembro de 2014

                                           Isis Dias Vieira

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